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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Viagem a Istambul para defender congresso da UIA no Rio de Janeiro

O jornalista Anselmo Gois publicou na sua coluna online, a viagem que faremos; Sérgio Magalhães presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) Nacional, e eu, Pedro da Luz Moreira, presidente do IAB-RJ, à Istambul para defender a candidatura da cidade do Rio de Janeiro como candidata a sede do Congresso da União Internacional dos Arquitetos (UIA) no ano de 2020. O tema proposto para o Congresso Internacional é "Todos os mundos. Um só mundo. Arquitetura 21", que pretende dar conta da diversidade do nosso planeta e ao mesmo tempo de sua unidade como um ambiente único do século 21.

A organização deste congresso da UIA no Brasil no ano de 2020, apenas encontra sentido se for possível construir um outro patamar para a inserção da profissão dos arquitetos no nosso país. A pretensão é atingir uma cultura de maior respeito pelas atividades de plano e de projeto, fazendo com que as obras e transformações que sejam implantadas ganhem maior transparência e visibilidade. Acredita-se também, que este estágio de maior aprofundamento dos planos e projetos irá garantir uma maior participação cidadã na construção do seu vir a ser, pesando e medindo de forma mais consciente os custos e benefícios que possam ser atendidos pelas transformações. Vejam a matéria no O Globo online de ontem dia 29 de janeiro de 2014, no link abaixo, ou nas imagens anexas...

http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2014/01/29/rio-entra-na-disputa-para-sediar-congresso-de-arquitetos-522447.asp

A questão do saneamento básico no Brasil

A questão do saneamento básico no Brasil é urgente. Os índices brasileiros de saneamento refletem a ausência de uma política urbana mais estruturada. O Ministério das Cidades criado em 2002 permanece desde então sem formular uma política clara sobre o vir a ser das cidades brasileiras. Não há um projeto de cidade explícito que oriente suas ações. O Governo Federal continua encarando a política urbana como periférica as ações de promoção de maior distribuição de renda e de oportunidades para o conjunto da população brasileira. Importante salientar, que em pleno século vinte e um, ainda apresentamos apenas 46,8% dos domicílios nas cidades brasileiras atendidos de forma correta no que se refere ao esgotamento sanitário, segundo dados do mesmo ministério. O território da cidade brasileira permanece cindido por diferentes níveis de oportunidades, que são oferecidas. O acesso a infra estruturas urbanas como abastecimento de água, esgoto, iluminação pública, calçamento, drenagem, transportes públicos, etc... precisa passar a ser encarado como um fator de ampliação dos horizontes de progresso social. Na entrevista abaixo, o economista Eduardo Gianetti resume de forma adequada a questão da ampliação do acesso ao saneamento básico...