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terça-feira, 19 de março de 2013

Verão da Cultura


Amigos, esta foi a mesa do verão da cultura urgente que participei. Deem uma olhada, abs Pedro

Debate na Favela do Borel


Matéria do jornal O Dia sobre o debate na favela do Borel
http://odia.ig.com.br/portal/rio/em-paz-favelas-lutam-por-habitação-digna-1.555796

Entrevista sobre demolição do Museu do Indio Maracanã

Entrevista sobre o Museu do Indio no Maracanã

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/29102/Copa-do-Mundo:-Museu-do-Indio-nao-vai-ser-demolido.html

Golfe Olímpico na Barra - Debate

Prezados, debate sobre o Parque Olímpico na Radio Nacional, com minha participação, abs P.
http://archive.org/details/GolfePraQuem




Velhos amigos do Colégio Loyola

No último carnaval encontrei pessoas preciosas, com as quais tenho só boas lembranças; Yara, Luiz Gustavo e Zezé. Boas lembranças...


Modernismo Localista nas Américas

Eu sei que é meu irmão, mas o livro Modernismo Localista das Américas é maravilhoso... Particular e Geral, Local e Universal, Representação e Interpretação, Cidade e Sertão... Muito além destas dualidades limitadoras emergem Faulkner, Rosa e Rulfo - EUA, Brasil e México - que abandonam a doutrinação unilateral para conjecturar de forma múltipla.

Morte de Bob Segre

Hoje morreu Roberto Segre vitima de um atropelamento por uma moto em Niterói. Crítico de arquitetura latino americana, com vários livros publicados. Bob Segre era um apaixonado pelo nosso ofício. Nascido na Itália, formado na Argentina, professor em Cuba e no Brasil, tinha a marca desta pluralidade de lugares. Participou da minha banca de defesa de doutorado com maestria, livre pensar e adequação contundente, antecipando-se na discussão sobre as evidências imaginadas, que a atividade de projeto carrega. Sua morte é uma perda inestimável para a cultura arquitetônica, mas é também representativa da barbárie que domina as cidades brasileiras, onde pedestres e carros travam uma batalha diária...

Uma visita ao Museu de Artes do Rio (MAR)

UMA VISITA AO MAR (Museu de Artes do Rio de Janeiro)

A cidade do Rio de Janeiro acaba de receber um presente muito especial o MAR, um museu dedicado a sua paisagem e ao seu desenvolvimento urbano, encarados como experiência única e particular. Fatos urbanos concretos e palpáveis, que seus moradores – naturais ou estrangeiros – vivenciam em seu cotidiano. As mostras, montagens e coleções não se restringem a mera celebração dos seus ícones geológicos e paisagísticos tão celebrados, mas também possuem um viés crítico, sobre o desenvolvimento da metrópole de 12 milhões de habitantes, que se estendeu as margens da Baía de Guanabara, atingindo na sua periferia a baía de Sepetiba, a Serra do Mar e o início da Região dos Lagos.



A edificação modernista do antigo terminal rodoviário e o  Palacete Dom João VI

A edificação do novo museu se aproveita de pré-existências como o sobrado eclético do Palacete Dom João VI, e o prédio modernista do antigo terminal rodoviário da Praça Mauá, unindo-os com uma laje ondulante. A solução geral dada a edificação é elegante e bem equilibrada, principalmente na fachada da Praça Mauá, que claramente assume uma frontalidade mais importante, submetendo as demais vistas e faces. No entanto, exatamente neste aspecto transparece também um certo desleixo e desdém pelas outras partes do conjunto, ainda em seu exterior. A inserção da passarela que da cobertura da edificação modernista acessa o edifício eclético, onde estão montadas as amostras, se encaixa na antiga edificação de forma pouco sofisticada, e, sem considerar recuos e avanços desta fachada. O recurso da espacialidade interna deste elemento é bem interessante pelo efeito túnel, claramente preparatório para o visitante aquecer seu olhar para as exposições que verá. 




A inserção da passarela que da cobertura da edificação modernista acessa o edifício eclético


Outro aspecto a ser destacado, e que me parece polêmico, é o tratamento dado as fenestrações do Palacete Dom João VI, que do ponto de vista interno estão completamente escondidas, o que confere um caráter a esta parte da edificação de não correspondência entre interior e exterior. Apenas as janelas dos cantos da edificação nos lembram no interior do ritmo e da presença das fenestrações da edificação eclética. Me parece que a velha polêmica, já enfrentada pelo MAM e o MASP, que se equilibram entre a proteção do acervo ou a fruição de vistas para a cidade, foi na nova edificação revisitada, com uma clara vitória da preservação do acervo...